Corta fio por metro do rolo, aplica sozinho o preço de atacado do eletricista e libera fiado só para quem você liberou. A entrega de tubo e caixa d'água sai com ficha e volta baixada. E a receita com substituição tributária sai separada para o contador — que é onde a sua loja paga imposto duas vezes sem perceber.
Cada produto pode ter um segundo preço que passa a valer a partir de uma quantidade. O balconista não precisa decorar o mínimo de mil e quinhentos itens — a linha avisa quando o atacado entrou e quanto falta para alcançar quando não entrou.
O orçamento sai com as formas de pagamento numa linha só, dinheiro e PIX primeiro, e as parcelas do cartão com o valor de cada uma. Quando o cliente volta, ele vira venda sem ninguém redigitar item nenhum — e a pechincha que você deu no papel vai junto.
A entrega tem dia marcado, observação de horário combinada de boca (“depois das 14h”) e cor quando atrasa. O motorista vê a lista dele no celular e confirma com um toque — com hora e lugar gravados, para quando o cliente disser que não recebeu.
“Não foi feito para loja de material elétrico. Foi feito para uma loja que vende fio, tubo, cimento e tinta no mesmo balcão — que é como a sua funciona.” O sistema nasceu e roda todo dia na Central da Laje, em Ilhéus/BA.
Boa parte do que a sua loja vende chega com o ICMS já pago pelo fornecedor — conexão de PVC, fio, tinta, tubo. No Simples Nacional essa receita precisa ser informada em separado no PGDAS-D. Se ela entra junto com o resto, você paga o mesmo imposto duas vezes, todo mês, e isso não aparece em lugar nenhum.
O sistema classifica produto a produto usando as notas dos seus próprios fornecedores como prova, e monta o relatório que o contador usa.
Sem cartão, sem instalação e sem compromisso. Se não servir para a sua loja, você não faz nada — o acesso pausa sozinho.
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